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Bnei Anusim

A cultura do ódio e da destruição...

A cultura do ódio e da destruição, é este o destino da humanidade no século 21?



Não só os Palestinos vêm educando os seus filhos para odiar os Judeus e martirizar-se, atuando como homens ou mulheres bomba, não só a campanha de difamação do Estado de Israel e dos Judeus vem sendo trabalhada pelos palestinos, muçulmanos e anti-semitas de plantão, inclusive no Brasil, mas agora um Estado, chamado Irã, membro da ONU, ao realizar um Congresso para 4.000 estudantes, denominado `O Mundo sem Sionismo`, afirma, pelo seu presidente, Sr. Mahmoud Ahmdinejad, que `Israel deve ser apagado do mapa`, `quem reconhece Israel queimará no fogo da fúria da Nação Islâmica` e `qualquer líder islâmico que reconheça o regime sionista, significa que reconhece a sua rendição e derrota do mundo islâmico`.

O Sr. Mahmoud precisa entender e saber que Leis Internacionais não são pactos suicidas. Propor a destruição de Israel é querer o seu genocídio, o que viola a Convenção de 1948, para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio.br

Observa-se que o Irã tem desenvolvido tecnologia de processamento de Urânio, matéria básica para a produção de bombas atômicas. E, para ela, tem solicitado o apoio do Brasil.

O Estado de Israel, por tudo que representa e significa para a humanidade e o povo Judeu, é um Estado democrático, legalmente estabelecido pela histórica decisão das Nações Unidas em 1948, e tem pleno direito à sua autodeterminação, convivência pacífica e progressista com todos os demais países e grupos, inclusive os países árabes e os palestinos.

A humanidade tem trabalhado, e muito, pela busca de caminhos que levem à PAZ. Mas, as indicações são muito claras que esta PAZ não é o desejo e a aspiração de líderes fundamentalistas, como os islâmicos, que apenas pregam a intolerância, o ódio e um mundo onde se aceita somente uma verdade, disposto a destruir todo aquele que pretender ser diferente.

Onde estava o Irã, enquanto os israelenses se dedicam à pesquisa científica e tecnológica desenvolvendo medicamentos para minorar as doenças, curar e minimizar o sofrimento; enviam equipes de resgate, médicos e se unem aos esforços mundiais para ajudar em casos de catástrofes naturais também em países muçulmanos, como o Paquistão.

Enquanto os judeus em todos os países, sob as mais diversas lideranças, apoiados por voluntários, inclusive da B´nai B´rith, constituem Fundos de Apoio a Desastres, promovendo campanhas para angariar medicamentos junto aos laboratórios, alimentos e outros itens fundamentais, de forma permanente. Isto é promover a vida, a auto-estima e uma nova oportunidade para o futuro.

O Irã muçulmano prega o ódio, a destruição e a morte, não a vida.

Perguntamos: `a humanidade vai permanecer calada? Vai aceitar a difusão deste tipo de conceitos. Entre outros, a Comunidade Européia já se manifestou contra, os Estado Unidos também, e o Brasil? Ainda não`.

É momento de mostrarmos que os valores promovidos, pelas várias entidades públicas e privadas, defensoras dos Direitos Humanos, da Cultura de Paz, do diálogo, do respeito entre todos, de todas as etnias, religiões e linhas políticas são realmente reconhecidos, praticados e defendidos pelo governo de nosso país.

Será que a humanidade tem coragem de levantar a bandeira da Paz?

Chega de ódio, chega de intolerância, chega de irresponsabilidade insana.

Vamos todos viver. Viver bem e viver em PAZ.

Abraham Goldstein – Presidente da B´nai B´rith do Brasil

Federação Israelita repudia declarações do presidente do Irã



A Federação Israelita do Estado de São Paulo, representante oficial da comunidade judaica no Estado de São Paulo, vem a público repudiar as declarações feitas pelo presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, onde ele disse que Israel deveria ser “riscado do mapa”.

Esse tipo de atitude atenta contra os mais básicos direitos de convivência entre os povos. A condenação imediata dos países civilizados mostra a repulsa que essas declarações estão provocando no mundo inteiro. Esperamos que o Brasil junte-se ao coro das nações condenando esse tipo de manifestação.

Judaísmo Liberal Não É Inferior



O professor e sociólogo Paul Liptz esteve no Brasil no início de outubro e durante as Grandes Festas a convite do World Union for Progressive Judaism Latin America (WUPJ Latin America). O objetivo da visita foi apresentar para a comunidade na América Latina diversos temas importantes e questionamentos sobre o Judaísmo Liberal. Liptz enfatizou que os liberais devem aprender a se identificar, sem receio de serem considerados menos judeus. Segundo ele, o Judaísmo Liberal é tão autêntico quanto qualquer outra corrente religiosa e não deve ser menosprezado.

Liptz é uma das principais lideranças do WUPJ na área de educação para jovens, com ampla experiência acadêmica e que, atualmente, ocupa o posto de Diretor de Educação do Saltz International Center of Progressive Judaism, em Israel.

O WUPJ é o maior grupo de judeus religiosos do mundo. Os seus principais objetivos são, em primeiro lugar, criar uma base comum entre os seus constituintes e, sem segundo, promover o Judaísmo Liberal em lugares onde indvíduos e grupos estejam procurando maneiras autênticas, porém modernas, de se expressar como judeus.

O convidado do WUPJ também alertou para a necessidade de apoio aos judeus que vivem fora dos Estados Unidos e Israel. Este grupo é minoria e, atualmente, representa cerca de 20% da população mundial. Liptz explica que devem ser criados programas para estas comunidades espalhadas pelo mundo, pois são justamente elas que correm o perigo de desaparecer por diversos motivos, como a assimilação, por exemplo.

Por onde passou, o professor cativou a platéia com o seu bom-humor e facilidade de comunicação - mesmo sem falar português -, além de mostrar sensível, vibrante e observador em diversos aspectos. Para se ter uma idéia da interatividade com o público, durante um encontro com jovens da Congregação Israelita Paulista, Liptz sentou-se no chão, conversou com os garotos e até arriscou participar de uma partida de futebol. Participou também de um final de semana com famílias no Campo de Estudos Fritz Pinkus.

O roteiro da viagem ao Brasil teve passagens por São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Além da CIP, em São Paulo, Liptz proferiu duas palestras no Centro de Cultura Judaica.

Em Porto Alegre, participou de atividades na Sociedade Israelita Brasileira de Cultura e Beneficência (Sibra), em parceria com a Wizo local.

Em Belo Horizonte, Liptz visitou a Congregação Israelita Mineira (CIM); e no Rio, a Associação Religiosa Israelita (ARI).

A agenda incluiu, além das participações nos serviços religiosos, palestras com temas como "O judeu liberal"; "Uma comunidade judaica: construindo e criando uma vida judaica criativa"; "Judaísmo e juventude"; "Juventude e Liderança - atuação em nossas comunidades"; "Religião e Estado em Israel - perspectivas para o futuro"; e "O desenvolvimento das comunidades judaicas fora de Israel com uma perspectiva liberal”.