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Bnei Anusim

Entidades judaicas do Paraná...

Entidades judaicas do Paraná: vigilância, ação e trabalho



27 de outubro de 2005

Hoje, a mídia relata a prisão de 11 integrantes do grupo de skinheads intitulado `Frente Anti-Caos`, responsável por espalhar, pela capital paranaense, adesivos preconceituosos contra homossexuais, negros e judeus. As prisões ocorreram ontem, em Curitiba, por policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), sob a chefia do delegado Marcos Vinicius Miquelato.

As notícias explicam que grupo também é acusado de tentativa de homicídio, espancamentos e de cometer diversas agressões contra judeus, negros e homossexuais em Curitiba. De acordo com polícia, o grupo freqüentava e agia na rua 24 horas e no Largo da Ordem, e pode estar ligado a outros similares que agem da mesma forma em diversos estados.

16 de setembro de 2005

No dia 16 de setembro, Curitiba foi palco de uma ação de cunho nazista e anti-semita. Foram colocados panfletos e adesivos na sinagoga da comunidade judaica curitibana, negando o Holocausto. E nestes aparecia o site da Editora Revisão, de propriedade do conhecido escritor e editor nazista Siegfried Castan, condenado pela Justiça do Rio Grande do Sul, há cerca de 10 anos e pelo Supremo Tribunal Federal, em 2003, por crime de racismo, que é imprescritível e inafiançável.

No mesmo dia, a cidade foi inundada por adesivos contra negros e homossexuais (GLBSTT).

Depois disto, lideranças da Federação Israelita e da B´nai B´rith do Estado do Paraná levaram às autoridades um dossiê sobre os incidentes nazistas e anti-semitas que ocorreram neste ano em Curitiba, que incluem ataques verbais ao rabino, aos alunos da escola judaica, pichações na sinagoga, intimidação, entre outros.

Este dossiê foi entregue à Secretaria de Segurança do Estado do Paraná, onde as lideranças judaicas foram recebidas pelo Secretário de estado e pela Coordenadoria de Investigação de Crimes de Racismo; foi levado também ao Comando Geral da Polícia Militar e ao próprio governador do Estado do Paraná, Roberto Requião de Melo e Silva.

Entidades do Movimento Negro também se manifestaram pedindo providências frente às agressões verbais e físicas. E fizeram mais ainda: apresentaram um projeto para criação do SOS Racismo, tomando como exemplo a recente inauguração de um serviço similar na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.

4 de Outubro de 2005

O presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, deputado Hermas Brandão convocou uma Audiência Pública para apurar as denúncias. A data agendada coincidiu com a do Ano Novo Judaico, mas as comunidades negras e judaicas compareceram à audiência, onde o dossiê foi entregue mais uma vez às autoridades e às entidades da sociedade civil.

A comunidade judaica está plenamente inserida na ação das minorias pela criação de uma Delegacia Anti-racismo no Paraná e na permanente vigilância e ação contra a discriminação e o preconceito a quem quer que seja

Ministro Maurício Corrêa: Medalha de Direitos Humanos 2005



Sábado, 5 de outubro de 2005, às 20:00hs, em jantar na 17a. Convenção Nacional da B´nai B´rith do Brasil, o Dr. Mauricio Corrêa, recebe a Medalha de Direitos Humanos da B´nai B´rith – 2005, a mais alta honraria concedida pela entidade. Corrêa foi indicado pelos grupos da B`nai B´rith em todo o país, por sua atuação quando ministro do Supremo Tribunal Federal, durante o julgamento de Siegfried Ellwanger (Castan), que durou cerca de um ano, encerrando-se em setembro de 2003, com a negação do pedido de Habbeas Corpus impetrado pelo autor e editor neonazista. Por 8 votos a 3.

A B´nai B´rith, em conjunto com a Federação Israelita do Rio Grande do Sul e a Conib, atuou desde os primeiros processos movidos contra Ellwanger, por incitar o racismo e o anti-semitismo, por divulgar que o Holocausto nunca existiu e por atacar virulentamente os judeus através das obras impressas por sua Editora Revisão, entre as quais se inserem clássicos da literatura anti-semita brasileira e mundial.

Foi o Dr. Maurício Corrêa quem percebeu que se o Habbeas Corpus fosse concedido a Ellwanger, aceitando sua alegação de que não cometera crime de racismo (pelo qual já fora condenado no Rio Grande de Sul), pois os judeus não são uma raça, toda a legislação nacional sobre o racismo seria invalidada.

Ellwanger queria se livrar da acusação de racismo, que é inafiançável e imprescritível, usando este artifício. Percebendo a importância deste julgamento, que se tornou uma referência para a Justiça brasileira e mundial, Dr. Mauricio Corrêa buscou pareceres de juristas, antropólogos e diversos especialistas, entre eles Celso Lafer e a profa. Sonia Ramagem.

Projeto Criança - Na'amat SP



Pedro, quando recém nascido, foi encontrado por trabalhadores em um dos containeres de lixo, no Ceasa. Essa é uma entre as muitas histórias das 80 crianças abrigadas no Centro Promocional Dino Bueno, que ali recebem cuidados e a chance de ter uma vida digna.

Essa instituição foi escolhida pelas voluntárias que atuam no “Projeto Criança” da Na'amat SP, para realizar as atividades relacionadas à Semana da Solidariedade, promovida pelo Centro de Solidariedade do Estado de São Paulo.

No último dia 28 de setembro as voluntárias do projeto entregaram fraldas descartáveis, enxovais para bebês e promoveram uma inesquecível festa que trouxe muita alegria e gargalhadas para as crianças da creche.

O “Projeto Criança” oferece apoio a entidades que atendem o público infantil, doando produtos que supram as necessidades locais e proporcionando aos pequenos, momentos de felicidade com muito bolo, brinquedos e diversão.

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