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Bnei Anusim

Prêmio Nobel de Economia de 2005

Professor Israelense Divide o Prêmio Nobel de Economia de 2005



A Academia Real de Ciências da Suécia, decidiu dar o Prêmio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas, em memória de Alfred Nobel, edição de 2005, conjuntamente a Robert J. Auman, do Centro de Racionalidade da Universidade Hebraica de Jerusalém, e Thomas C.Schdelling, do Departamento de Economia e Escola de Políticas Públicas, Universidade de Maryland, College Park, MD, “por terem aumentado nossa compreensão de conflito e cooperação, através das análises das teorias de jogos”. O prêmio será concedido em dezembro de 2005.

O trabalho dos dois pesquisadores, Robert J. Aumann, e Thomas C. Schelling, foi essencial para um desenvolvimento mais aprofundado da teoria de jogo não-cooperativa, e fazer com que essa teoria seja levada a encaixar-se nas questões de relevância das ciências sociais.

Aproximando-se da questão por ângulos diferentes – Aumann do ponto de vista matemático, e Schelling, do ponto de vista da economia, ambos perceberam que a perspectiva da teoria de jogos tinha o potencial de redefinir a análise da interação humana.

Especialmente nos últimos 25 anos, a teoria de jogos (game theory) tem sido uma ferramenta e linguagem aceita universalmente na economia, e em muitas áreas de outras ciências sociais.

Robert (Yisrael) Aumann nasceu em Frankfurt, Alemanha, em 1930, e recebeu o seu PhD em Matemática (1955) no MIT (Massachusetts Institute of Technology). Ele ensina matemática na Universidade Hebraica de Jerusalém, desde 1956, atualmente como Professor Emérito.

Concurso WIZO de Pintura e Desenho incentiva o intercâmbio cultural



Promover a cultura e o intercâmbio cultural é uma das metas da Organização Feminina WIZO de São Paulo - instituição com 85 anos de existência e representatividade na ONU.

Nessa linha de trabalho e com o apoio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, o Concurso WIZO está voltado aos alunos dos cursos fundamental e médio da rede estadual de ensino e tem o objetivo de desenvolver a criatividade, instigar a pesquisa e a realização de trabalhos artísticos, além de promover o intercâmbio entre Brasil e Israel.

Neste ano, com o tema Brasil – Israel: Reflorestamento, a meta é destacar a importância da preservação da natureza, apontando as semelhanças e diferenças entre os dois países e sua relação com o mundo. Orientados por seus professores, os alunos são convidados a conhecer e pesquisar os caminhos para enfrentar estas vitais questões e, através de trabalhos plásticos - pintura, colagem ou desenho em cartolina, em tela ou papel medindo 50cmx70cm –, expressar sua visão e percepção do meio ambiente.

Anualmente, um número significativo de escolas estaduais da rede de ensino recebe apostilas com informações úteis para a realização do trabalho e, em média, cerca de mil alunos participam do evento.

Haverá dois júris: o Aberto, no dia 8 de novembro, às 14h30 na instituição e que é formado por ativistas, voluntários e interessados de um modo geral, e o Oficial composto por pessoas de destaque na área cultural e artística, que acontece no dia 10 de novembro, às 10h, na sede da entidade. As obras selecionadas através do julgamento serão premiados em cerimônia na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, no dia 21 de novembro, às 15h.

Os trabalhos deverão ser entregues diretamente na sede ou enviados via correio até o dia 20 de outubro para a Organização Feminina WIZO de São Paulo (R. Rua Minas Gerais, 36 – CEP 01244-010 - São Paulo).

O Concurso conta com apoio do Bradesco e é organizado e coordenado por Sema Petragnani em conjunto com Rosa Motta e ativistas.

Organização Feminina WIZO de São Paulo realiza doação para a instituição “Ação Solidária”



A doação de kits e guloseimas para as 1,2 mil crianças da instituição “Ação Solidária” será realizada no próximo dia 6 de outubro em homenagem ao “Dia das Crianças”. A WIZO escolheu essa instituição pelo trabalho sério e dedicado às crianças com câncer.

B´nai B´rith do Brasil outorga Medalha de Direitos Humanos 2005 ao Ministro Maurício Corrêa



No próximo dia 5 de novembro, em cerimônia durante sua 17ª. Convenção Nacional, a B´nai B´rith do Brasil outorga a Medalha de Direitos Humanos 2005 ao Ministro Dr. Mauricio Corrêa, Presidente do Supremo Tribunal Federal à época do julgamento do Habeas Corpus interposto pelo editor neonazista Siegfried Ellwanger.

A Medalha de Direitos Humanos da B´nai B´rith é concedida há cada dois anos para homenagear personalidades da vida brasileira que tenham tido uma atuação destacada no campo da promoção e defesa dos Direitos do Homem.

Instituída pela entidade em 1967 e idealizada pelo consagrado artista e arquiteto Lívio Levi, traz em uma das faces, a Menorá – candelabro de sete braços – símbolo da entidade e o mais antigo do judaísmo. Entre os agraciados estão nomes como Rachel de Queiroz, Afonso Arinos de Melo Franco, Força Expedicionária Brasileira, Edson Arantes do Nascimento – Pelé, então Ministro de Esportes, profª Ruth Cardoso pela instituição do programa Comunidade Solidária, dra. Zilda Arns Neumann pela Pastoral da Criança, senador Paulo Paim e Ibsen Valls Pinheiro, Secretário Estadual da Comunicação Social do RS, os dois últimos pelas leis contra o racismo que levam seus respectivos nomes.

Maurício Corrêa: anti-semitismo é racismo

A atuação de Maurício Corrêa, presidente do STF no decorrer do Caso Ellwanger, foi decisiva para a definição de que anti-semitismo é racismo, perante a legislação brasileira e, portanto, crime inafiançável e imprescritível.

Siegfried Ellwanger é escritor e editor de livros, revisionista e especializado em publicações de cunho anti-semita, com a pretensão de provar que o Holocausto não existiu e, com o pensamento nazista, que há uma hierarquia entre os grupos humanos desqualificando o povo judeu. A defesa do Sr. Ellwanger colocou em xeque toda a legislação nacional acerca do racismo, ao alegar que seu crime não poderia ser considerado como prática racista, porque os judeus não constituem uma raça, mas um povo.

Para o ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Lafer, cujo parecer foi citado na ocasião por diversos ministros do STF: `o ponto de partida de tudo foi o voto do Ministro Maurício Corrêa, foi ele que teve a intuição da importância do caso, e devemos realçar o sentido de justiça e a qualidade de seu voto.`

O debate que se desenvolveu no STF, desde dezembro de 2002 a setembro de 2003, discutiu o enquadramento de um processo de discriminação contra o povo judeu no conceito de racismo, adotado pela Constituição Brasileira.

Por 8 votos a 3, os ministros do STF indeferiram o pedido de Habbeas Corpus impetrado pelo escritor e autor neonazista. O Ministro Dr. Maurício Corrêa considera `que o desfecho desta controvérsia jurídica revelou-se importantíssimo para toda a discussão mundial sobre a incriminação e a forma de combate ao racismo, extirpando, de forma definitiva, esta prática, afirmando com orgulho, que vivemos numa sociedade moderna, digna e realmente igualitária`.

`Por esta visão, pelo seu parecer e voto, a B´nai B´rith do Brasil, entidade presente e atuante na defesa dos Direitos Humanos, outorga a sua Medalha 2005 ao Ministro Dr. Mauricio Corrêa, cidadão justo, e de coragem como poucos` diz Abraham Goldstein, Presidente da B´nai B´rith do Brasil.