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Bnei Anusim

Ph.D em Judaísmo...

Ph.D em Judaísmo Contemporâneo promove palestra sobre a desconexão de Gaza no Colégio Bialik



O argentino Yossi Goldstein, Ph.D. em Judaísmo Contemporâneo pela Universidade Hebraica de Jerusalém, com especialização em judaísmo Sul Americano, esteve no Colégio Bialik para ministrar a palestra "A desconexão de Gaza a partir de uma visão de pensamento sionista: Am (povo), Eretz (terra), Torá (Bíblia) ve-Mediná (e Estado)".

Com extensa vida comunitária judaica na Argentina, Brasil e Uruguai, Yossi Goldstein, é docente do Centro Melton de Educação Judaica da Universidade Hebraica, diretor da unidade de projetos de formação e desenvolvimento profissional de educadores judeus da Agência Judaica e responsável pelos projetos conjuntos com universidades e institutos acadêmicos.

Ele expôs de maneira clara e objetiva, as perspectivas históricas e sociológicas, bem como os diversos ângulos que envolvem o conflito israelo-palestino e a retirada dos territórios ocupados por Israel. Goldstein também abordou as diferenças entre Estado Judeu e Estado para os Judeus e falou sobre a importância da legitimidade de Eretz Israel.

Segundo Gerson Herszkowicz, diretor geral do Bialik, "nossa escola sempre procurou trazer aos alunos e ao corpo docente a vivência com a cultura judaica e com seus eventos históricos marcantes. Assim sendo, considero de grande importância trazer para dentro da escola um debate tão atual como o da desconexão de Gaza".

“Em nome da Agência Judaica, agradeço ao Bialik por abrir as portas para um tema tão importante e sério, e por receber esse grande sociólogo, historiador e educador”, declarou Ilana Schmukler, diretora de educação da Agência Judaica.
 
 

Declaração do Vice-Primeiro Ministro e Ministro das Relações Exteriores Silvan Shalom na Turquia



Participei de uma histórica primeira reunião com o Ministro das Relações Exteriores do Paquistão, meu colega Khurshid Kasuri.

Israel saúda essa reunião, e esperamos que seja o começo de um relacionamento benéfico e mútuo entre ambos os países.

Reuniões como essa são uma fonte de grande encorajamento e esperança para o povo israelense – que através de nossos esforços somos capazes de abrir novos canais de diálogo e construir a compreensão entre nós e todos os povos do mundo, incluindo as nações muçulmanas.

Tais contatos também ajudam a fortalecer os moderados do lado palestino – aqueles que reconhecem que o diálogo e aceitação devem sempre ser preferidos, ao invés do ódio, terrorismo e extremismo.

Não é coincidência que essa reunião aconteceu aqui na Turquia, essa grande democracia muçulmana, e amiga de longa data de Israel.

As relações de Israel com a Turquia são prova de que Israel pode aproveitar de boas e mútuas relações benéficas com nossos vizinhos muçulmanos.

Aproveito essa oportunidade para agradecer ao Ministro Erduan e seu governo, por sua amizade e compromisso em promover a compreensão regional, e por sua generosa hospitalidade aqui, nessa data.

Essa reunião acontece em um momento de grande significado.

Novas oportunidades de progresso em direção ao diálogo e paz tem se aberto nessa data.

É nossa esperança de que através de nossos esforços – incluindo essa histórica reunião aqui em Istambul, nessa data, com o Ministro das Relações Exteriores Kasuri – possamos preparar o caminho em direção à um futuro de paz, segurança e cooperação regional, para o benefício de todos os povos.


Istambul, 1º. de setembro de 2005

Fonte: Embaixada de Israel em Brasília

Declaração do Vice-Primeiro Ministro e Ministro das Relações Exteriores Silvan Shalom na Turquia



Participei de uma histórica primeira reunião com o Ministro das Relações Exteriores do Paquistão, meu colega Khurshid Kasuri.

Israel saúda essa reunião, e esperamos que seja o começo de um relacionamento benéfico e mútuo entre ambos os países.

Reuniões como essa são uma fonte de grande encorajamento e esperança para o povo israelense – que através de nossos esforços somos capazes de abrir novos canais de diálogo e construir a compreensão entre nós e todos os povos do mundo, incluindo as nações muçulmanas.

Tais contatos também ajudam a fortalecer os moderados do lado palestino – aqueles que reconhecem que o diálogo e aceitação devem sempre ser preferidos, ao invés do ódio, terrorismo e extremismo.

Não é coincidência que essa reunião aconteceu aqui na Turquia, essa grande democracia muçulmana, e amiga de longa data de Israel.

As relações de Israel com a Turquia são prova de que Israel pode aproveitar de boas e mútuas relações benéficas com nossos vizinhos muçulmanos.

Aproveito essa oportunidade para agradecer ao Ministro Erduan e seu governo, por sua amizade e compromisso em promover a compreensão regional, e por sua generosa hospitalidade aqui, nessa data.

Essa reunião acontece em um momento de grande significado.

Novas oportunidades de progresso em direção ao diálogo e paz tem se aberto nessa data.

É nossa esperança de que através de nossos esforços – incluindo essa histórica reunião aqui em Istambul, nessa data, com o Ministro das Relações Exteriores Kasuri – possamos preparar o caminho em direção à um futuro de paz, segurança e cooperação regional, para o benefício de todos os povos.


Istambul, 1º. de setembro de 2005

Fonte: Embaixada de Israel em Brasília

Educando Para a Cidadania e a Democracia - Racismo e Anti-Semitismo em Debate na Sala de Aula



Mais de 50 professores das escolas judaicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e Pernambuco participaram na B`nai B´rith no dia 28 de agosto, do 2º. Encontro Temático: `Educando para a Cidadania e a Democracia`, coordenado pela profa. dra. Maria Luiza Tucci Carneiro, diretora executiva do Laboratório de Estudos da Intolerância – LEI/USP.

O evento faz parte do Programa Nacional de Direitos Humanos `Judeu no Século 21`, da B´nai B´rith do Brasil, que visa à capacitação de professores, pais e alunos.

O trabalho desenvolvido pela profa. e ativista Tucci Carneiro e seus alunos, teve como objetivo conscientizar da necessidade de incorporar o debate sobre racismo e anti-semitismo como temas transversais ao currículo escolar, além de sugerir estratégias de abordagem do tema, conteúdos e materiais didáticos.

Mas, por que transmitir o que foi a Shoá para os jovens em geral? Responde a mestra: `Toda vez que o anti-semitismo emerge enquanto fenômeno social e pretexto político, retrocedemos no árduo processo de democratização e reconhecimento dos direitos humanos . Haja vista que a crise no Oriente Médio continua a se alimentar da velha tradição anti-semita que inspira a mídia nacional e internacional.`

Para Tucci Carneiro, ensinar sobre a 2ª. Guerra Mundial é favorecer a construção da cidadania e da democracia. É contribuir para que a escola se torne um espaço de transformação social.

`Cabe a nós, através da educação formal e informal sensibilizar nossos jovens para a singularidade de Auschwitz e para a capacidade inesgotável do ser humano de faze o Mal. Não podemos deixar que o mundo fique cego e a memória se apague E isto acontece, porque o homem, preocupado em julgar, se abstêm do passado histórico e esta é uma das múltiplas formas de lutarmos contra a intolerância e, contra o anti-semitismo`, destaca.

Tucci Carneiro, Wagner Pinheiro Pereira e os monitores do LEI/Usp: Erick Reis Godliauskas Zen, Renata Mazzeo Barbosa e Taciana Wiazovski, mostraram estratégias pedagógicas de trabalhar a questão da intolerância, da repressão, do anti-semitismo, da 2ª. Guerra Mundial, da imigração para o Brasil, com o uso de documentos, da arte, da fotografia, em debates e dinâmicas de grupo.

Pereira em sua palestra `Nazismo e Cinema: Política Cultural, Anti-semitismo e Holocausto (1933-45) `, mostrou como usá-lo como fonte de informação e de análise deste período.

O estudo interdisciplinar pode abranger a Geografia Humana e a História Universal, com as transformações no mapa da Europa, mapeamento dos guetos, campos de concentração e de extermínio, o uso da bomba atômica nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagazaki.

No ensino da História Brasil Contemporâneo, os muitos vistos negados aos refugiados judeus dos campos de concentração na Era Vargas. A dualidade dos que aqui chegavam como apátridas, despojados de sua identidade de alemães, húngaros, poloneses, e, mas aqui eram identificados com os nazistas pela polícia política, DEOPS.

Em História da Ciência, pode se levantar qual o papel dos médicos que trabalham para a morte e não para a vida? Em obras como as de Lasar Segal e outros artistas, muitos dos quais transformaram suas telas em libelos contra a intolerância e a guerra. Até mesmo em Matemática e Geometria é possível trabalhar de modo transversal à questão do Holocausto.

A educação tem um importante papel a cumprir, diz Tucci Carneiro, fazendo da memória da Shoá, dos estudos sobre a história do racismo (e do anti-semitismo, em particular) formas possíveis de luta e de repudio as práticas intolerantes.

Fechando com chave de ouro, o encontro, os professores debateram com o dr. Décio Milnitzky, a Lei Brasileira diante da discriminação e anti-semitismo, incluindo posicionamento do uso da Internet. Ao final todos saíram cientes do muito que cada um pode fazer contra a intolerância e formas de como trabalhar o tema com seus alunos.

BB Press