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Bnei Anusim

Politico

Delegação da Federação Israelita receberá Alckmin em Israel



Jayme Blay, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) acompanhado de uma comitiva da entidade, vai receber o governador Geraldo Alckmin e a primeira dama Lu Alckmin em sua visita a Israel, que acontece entre os dias 9 e 11 de novembro. Fazem parte da agenda visitas a Jerusalém e Tel Aviv além da participação do governador na conferência do primeiro ministro Ariel Sharon. Alckmin também se encontrará com o vice-primeiro ministro, Ehud Olmert, o ministro das relações exteriores, Silvan Shalom e o ministro da agricultura, Israel Katz.

A visita de Alckmin tem como objetivo abrir mercados a produtos brasileiros e apresentar tecnologias utilizadas pelas indústrias paulistas, além de promover o intercâmbio científico e tecnológico entre Israel e o Estado de São Paulo.

Professores de Norte a Sul do Brasil fazem Intercâmbio Científico e Humano



Com enfoque nas áreas científica e de ciências sociais, a Conib - Confederação Israelita do Brasil está organizando uma viagem de 20 professores universitários e reitores de consagradas instituições de ensino superior público e privado de todo o Brasil a Israel.

Os acadêmicos, com culturas e formações diferentes - índio, branco; médico, advogado, historiador - estarão tendo a oportunidade de conhecer o que Israel vem fazendo em seus campos de atuação, assim estão já agendadas visitas ao Centro de Programa Espacial de Israel, no campus da Indústria Aeronáutica de Israel, reconhecida no mercado internacional pelo alto nível tecnológico; Instituto Weizmann - referência mundial na área científica; Instituto de Direitos Humanos; Knesset - Parlamento; Ministério das Relações Exteriores; Yad Vashem - Memorial do Holocausto e à polêmica ‘cerca de segurança’, entre outros.

Também, participarão de seminários na Universidade Hebraica de Jerusalém e na de Tel Aviv, onde serão recebidos pelos respectivos reitores.

No programa consta ainda um evento cultural no Instituto Ibero - Americano, localizado em Jerusalém, e outro de cunho acadêmico em memória a Itzchak Rabin, premiê israelense assassinado há exatos 10 anos.

A viagem acontecerá do dia 12 a 21 de novembro, e tem por objetivo, contribuir para um conhecimento mais profundo a respeito das questões do Oriente Médio, bem como promover um intercâmbio entre os profissionais dos dois países, e de oferecer a eles, uma visão sobre o que Israel vem fazendo em diversas áreas.

O grupo será liderado pela ex-ministra Cláudia Costin; Horácio Lewinsky; Alan Bousso; Jaques Perlow - diretores da Conib; José Luiz Goldfarb, da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Participam da viagem (já confirmados), reitores e professores de diversas áreas, das seguintes instituições: Universidade Federal do Rio Grande do Norte e Universidade Potiguar; Universidade Federal do Amazonas; Universidade Federal de Minas Gerais; Universidade Federal de Santa Catarina; Faculdades Integradas de Curitiba; Universidade Federal do Rio de Janeiro; Universidade Luterana do Brasil; Universidade Cândido Mendes; Universidade de São Paulo; UNIP; Universidade Estadual de Pernambuco e Universidade de Fortaleza; PUC-Rio de Janeiro.

A Confederação Israelita do Brasil é o órgão de representação e coordenação geral da comunidade judaica no País, e tem filiadas no Amazonas, Bahia, Brasília, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Um golpe contra a paz - Moacyr Scliar



Qualquer obstetra concordará comigo: se há parto difícil em nosso mundo é o da paz no Oriente Médio. Nos últimos tempos, a situação parecia animadora. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, assumiu o cargo com um discurso moderado, prevendo a possibilidade de negociações com Israel - que, por sua vez, retirou-se da Faixa de Gaza, dando fim a décadas de ocupação e abrindo perspectivas reais para a criação de um Estado palestino.

Mas a última quarta-feira foi o dia do passo atrás. Um homem-bomba explodiu-se em um mercado de Hadera, em Israel, matando cinco pessoas e ferindo 30 - o primeiro atentado desde a retirada de Israel de Gaza. Horas antes, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, havia declarado que Israel é uma "mancha desgraçada" que deveria ser "apagada do mapa". Pode-se ver nisto o resultado de simples retórica inflamada pelo fanatismo, mas não é possível ocultar o fato de que a declaração partiu do presidente de um país que faz parte da Organização das Nações Unidas - a mesma ONU que, em 1947, reconheceu o direito à existência de Israel, atualmente um Estado-membro.

Que a gente saiba, é a primeira vez que uma declaração desse tipo, assombrosa pela ferocidade, é feita no mundo moderno. Conflitos entre países existem, alguns deles há muito tempo. Índia e Paquistão brigam há anos; mas nenhum dos dois países disse que o outro deveria "ser apagado do mapa". Cuba não diz isso dos Estados Unidos, nem os Estados Unidos dizem isso de Cuba. É de esperar, portanto, que as furibundas palavras de Ahmadinejad encontrem a devida resposta. Em primeiro lugar, na própria ONU, que é o foro adequado para a discussão desse tipo de atitude, que ofende qualquer princípio de humanidade. Em segundo lugar, através de organizações de defesa dos direitos humanos. Porque, não tenhamos dúvida: qualquer que haja sido a intenção do presidente do Irã, ela soará, aos ouvidos dos fanáticos, como um chamado ao extermínio. Não há nenhuma diferença entre essas palavras e o explosivo portado pelo terrorista suicida.

Se queremos preservar a paz, se queremos um mundo mais justo, é preciso opor a voz da lucidez e da razão às ameaças do fanatismo.

Artigo publicado no jornal Zero Hora em 28/10/2005

Federação Israelita promove Ato Solene em memória de Itzhak Rabin



A Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), em parceria com suas entidades filiadas, promove no próximo dia 21 de novembro, às 20 horas, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, um “Ato Solene em Memória aos 10 anos da Morte de Itzhak Rabin”. O evento é aberto ao publico e contará com a presença de convidados especiais, como o rabino Henry Sobel, de lideranças da comunidade judaica, membros dos movimentos juvenis, além de alunos e professores de escolas judaicas.

Segundo Ricardo Berkiensztat, vice-presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, “a comunidade judaica paulista se identifica com a figura de Itzhak Rabin, que soube lutar para defender a vida e a segurança dos cidadãos israelenses, mas também estendeu suas mãos pelo diálogo e pela paz”.

Assassinado em 04 de novembro de 1995 por um extremista judeu, Itzhak Rabin foi uma personalidade de destaque na luta pela paz no Oriente Médio e pela existência do Estado de Israel. Nasceu em 1922 em Jerusalém e iniciou sua vida militar lutando na Guerra da Independência em 1948. Durante sua carreira como Primeiro Ministro de Israel conseguiu feitos memoráveis como o acordo de separação de forças, assinado com o Egito e a Síria (1974). Além disso, foi ele quem autorizou a “Operação Ionatan”, que libertou os passageiros seqüestrados da Air France, em Entebe, Uganda. A sua marca sempre foi o diálogo e a diplomacia. Assim, assinou vários tratados com os palestinos acreditando no caminho para a paz. Como reconhecimento pelos seus esforços, em 1994, Rabin recebeu o Prêmio Nobel da Paz, juntamente com Shimon Peres e Yasser Arafat.

Em 4 de novembro de 1995, Itzhak Rabin foi assassinado quando participava de uma manifestação pela paz numa praça em Tel Aviv, por um extremista judeu contrário às suas idéias. Seu assassinato chocou o mundo e trouxe um peso de indefinição e dúvida para o almejado processo de paz entre Israel e o mundo árabe.

A Federação Israelita do Estado de São Paulo é a representante oficial da comunidade judaica e congrega 53 organizações e entidades beneficentes, entre elas Unibes e Ten Yad, sinagogas e escolas judaicas, além de instituições bastante conhecidas como A Hebraica e o Hospital Israelita Albert Einstein.